Essa primeira experiência não teve muita complicação, havia espaço de sobra. Mas algumas vezes a coisa não é tão simples assim. Não consegui, por exemplo, terminar uma transa em um Fusca. Foi difícil demais e resolvemos fazer a coisa toda do lado de fora mesmo. Estávamos no meio de um campo de cana, com o sol despontando dando fim da madrugada. O capô foi, sem dúvida, a melhor idéia naquele momento.

Jeeps , por outro lado, são sempre boas opções. Dá pra fazer de tudo dentro de um. Lembro de algumas boas experiências nesses belos veículos. Certa vez, depois de uma noite muito divertida de bebedeira, eu estava com um namorado em seu Jeep, voltando para casa. A bebida tinha subido um bocado, o tesão também. Eu estava enlouquecidamente excitada. Comecei a tirar minhas peças de roupa e a beija-lo. Ele ficou maluco. Chovia para caramba e a visão da rua não estava das melhores. Quando disse que desejava ser sodomizada, ele ficou realmente louco. Encostou o jeep na primeira rua que encontrou e trepamos alucinadamente! Jeeps também são ótimos para se tentar posições diferentes. Posso dizer que o Santo Antônio é simplesmente a melhor ferramenta de apoio.
Sobre motos, a única vantagem de se andar na garupa é poder abusar de homens que não podem soltar da direção. Mas até hoje o que achei mais divertido de se fazer num veículo em movimento é chupar o motorista. Ver o cara absurdamente excitado, se contorcendo para dirigir sem atrapalhar o “serviço”, morrendo de prazer e tentando manter os olhos na direção...É uma sensação de poder muito engraçada. Meio idiota, e perigosa, mas MUITo gostosa.



